25/04/10

E depois do adeus

Uma homenagem com as letras que ecoam no tom de um outro Abril
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou

De quem me esqueci
Perguntei por mim

Quis saber de nós
Mas o mar

Não me traz

Tua voz.

Em silêncio, amor

Em tristeza e fim

Eu te sinto, em flor

Eu te sofro, em mim

Eu te lembro, assim

Partir é morrer

Como amar

É ganhar
E perder.
Tu viste em flor

Eu te desfolhei

Tu te deste em amor

Eu nada te dei
Em teu corpo, amor

Eu adormeci
Morri nele

E ao morrer
Renasci.
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós

Teu lugar a mais

Tua ausência em mim

Tua paz
Que perdi

Minha dor
Que aprendi.
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor

E depois de nós

O adeus
O ficarmos sós.

(In festival da eurovisão em 74)

24/04/10

Branco Rosa Lilás

de rosa/lilás,
salpiquei eu o branco,
Sim o branco,
destas minhas flores.

23/04/10

Ele há dias assim...

Há dias ou semanas assim...
Sem querer parecer uma Calimero, coisa que detesto como característica humana, se a conjuntivite me incomodou, uma contractura no ombro não me larga, não me deixa dormir ou põe-me a dormir demais...coisas dos medicamentos...com umas enormes aftas acompanhar e claro está um grande sorriso só para contrariar esta treta toda...
Afinal quem leva a vida demasiado a sério acha-a apenas um enorme fardo ou fado ou outra coisa qualquer que rime em tom carregado, para este cantinho, uma massagem se faz favor, é suficiente!

22/04/10

Pale blue dot

Um pálido ponto azul, apenas aquilo que somos numa obscura imensidão...
Um comentário a lembrar de Carl Sagan, para este dia da terra.

21/04/10

Anti-Roubo!

Costumam tirar-te as sandes?
Agora já não... dás-lhe bolor, ninguém as vai querer!
Estou a imaginar o comentário cá por casa "...mãe que nojoooo"
Á venda na Perpetual kids-Net)

20/04/10

bOm Dia!

Estou, assim para o pitosga... O blogue segue dentro de momentos, mal deixe de chorar por causa da conjuntivite.

16/04/10

Cavaleiro Andante

Porque sou o cavaleiro andante
Que mora no teu livro de aventuras
Podes vir chorar no meu peito
As mágoas e as desventuras

Sempre que o vento te ralhe

E a chuva de maio te molhe
Sempre que o teu barco encalhe
E a vida passe e não te olhe

Porque sou o cavaleiro andante

Que o teu velho medo inventou

Podes vir chorar no meu peito

Pois sabes sempre onde estou


Sempre que a rádio diga

Que a América roubou a lua

Ou que um louco te persiga

E te chame nomes na rua


Porque sou o que chega e conta

Mentiras que te fazem feliz

E tu vibras com histórias

De viagens que eu nunca fiz

Podes vir chorar no meu peito
Longe de tudo o que é mau
Que eu vou estar sempre ao teu lado

No meu cavalo de pau

15/04/10

House 60 - gh3

"Family-friendly design"=Design familiar, eis um termo que normalmente não é aplicado às caixas de habitar contemporâneas, que mais frequentemente se igualam a 'castelos' ou 'caixotes' modernos com grandes salas multi-task (não o que diga, mas o que ouço geralmente).
Mas nesta estrutura moderna, habitada pela familia Granovsky, a sensação de domesticidade está implícita neste projecto. Um corredor transparente encerrado por plano de vidro, paredes brancas e betão polido.
Um cenário de um átrio arejado que se prolonga visualmente para o exterior e é apoiado por uma parede de cortina leve e translúcida que se alonga pelos dois pisos, forrando o duplo pé direito.
Um projecto canadiano, criação do atelier gh3 de Toronto, esta 'House 60', baseia-se nos conceitos ou ideais modernistas.
A abertura para o exterior, e relação com a luz, juntamento com o desenho de uma planta fluída que proporciona um espaço sereno, com todas as demandas e "des"organização da vida familiar normal.
Quando a família Granovsky comprou a casa, era uma habitação redbrick'50s (casinha de tijolos vermelhos) com tectos baixos e um piso superior de menor dimensão. O readaptar de um espaço aos tempos actuais resultou nesta solução, para mim muito positiva e racional.
Um novo começo levou assim a um processo rápido e decisivo (dois meses de projecto e nove meses de construção), iriam transformar o edifício dos anos 50 para lá de qualquer reconhecimento.
Se eu gostava de morar numa casa assim?

Gostar, eu gostava mas não era uma lisboeta...ou era!

Nem tudo o vento leva

Pois eu fiquei por aqui o vento não me levou, bem levou os sinais de trânsito por onde passo... Podia ter levado mais umas coisas o meu 1,5kg extra da Páscoa, os mal humorados à minha volta, mas esqueci-me de abrir a janela...oh que pena ia ficar tudo mais limpinho e leve aqui à volta!

14/04/10

Lunch break II

Hoje tem de ser mais cedinho!
Parecem os YMCA-men

13/04/10

Wallpaper - consola

Imitando um rolo de papel descolado, o Wallpaper do designer Vincent Olm é uma reinterpretação funcional do que é basicamente um objecto,puramente decorativo, o simples papel de parede,
Dependendo da forma como é fixado na parede, o Wallpaper pretende criar uma ilusão, tornado assim uma ideia num objecto, neste caso uma prateleira ou uma pequena consola.
Concebido num composto leve, rígido com alguma resistência pode ser criado em várias cores e permite ainda ser personalizado, adicionando adesivos ou cobrindo-o com papel de parede contra a qual é pendurada, ficando só uma pequena parte saliente.

Quando o virem, não o estiquem ou enrolem senão...lá vem a parede para o chão e o dono não vai gostar.

12/04/10

Hi...

I´m fine to.

Mas com a conclusão comprovada, hoje mesmo, de que o que é errado é o que conta como certo, na maioria das vezes e em muitas situações.
Uma filosofia, rica em estupidez, enfim coisas dos tempos modernos...não perceberam nada, estou a falar 'estranhez' pois nem eu entendi.

10/04/10

Who me. ?

(oops esqueci-me o nome do autor, ele que me desculpe)

09/04/10

Giro é...

De uma vez por todas, um ângulo de 360º.

Lunch break

08/04/10

Lãs...


A Ogilvy & Mather, Frankfurt/Main criou uma imagem muito engraçada para uma embalagem.
O cliente, um fabricante de novelos de lã alemã, 'Rellana' optou por um modo muito peculiar de identificar o produto que vende, o fio lã com franjas,que resultou nesta forma super divertida de embalar.


As caras foram impressos nos rótulos em torno das bolas de lã como uma maneira de promover um produto de inverno.
A embalagem comunica a principal utilização do fio, ou seja neste caso que será adequado para lenços e chapéus.

Aqui não se corta a lã... compra-se lã, quem disse que estava fora de moda ser barbudo e cabeludo!

07/04/10

Esplendor na relva...

Não vou escrever sobre o filme, um clássico dos 60's... mas apenas sobre estes marcadores com um ar tão primaveril.São sem dúvida muito mais atraentes do que os simples cartões ou os eternos pedaços de papel que geralmente se usam como marcadores.

Estão à venda na página do autor a Yuruliku Design-online shop, o site nipónico ainda é o único modo de os obter... Oh que pena!

Voltas rectas...

Andamos em voltas rectas na mesma esfera,
Onde ao menos nos vemos porque o fumo passou.
A chuva no chão revela, os olhos por trás.
Há que levar o que restou e o que o tempo queimou.

Tens fios de mais a prender-te as cordas,
...


E mais um dos arquitectos cantadeiros!

06/04/10

Não posso...

Não posso comer chocolate, não posso comer chocolate, não posso comer chocolate, não posso comer chocolate, não posso comer chocolate...

Qual será a parte que o meu espírito não ouve? ...aquela que o vê!!!

Men at work

Música de sempre, com aroma e energia de verão...Veio de longe, na distância e no tempo!

05/04/10

SleepBox-3.75 m²

O mundo do design também tem disto... além de serem espaços reduzidos ao mínimo, conceito para mim demasiado claustrofóbico, prevalece sem dúvida o minimalismo na verdadeira concepção.
Entenda-se que na maioria dos locais que adoptaram este sistema,a área é um bem escasso, por isso a forma de sentir é distinta de um europeu ou de um americano, para estes nós europeus, também vivemos demasiada 'apertados'.
É o peso e o aperto de um continente cheio de história e passado.
Mas este conceito veio colmatar alguns problemas existentes relativamente a alojamento temporário, ou de uso breve, conceitos semelhantes aos existentes em aeroportos, estações de comboios substituindo os quartos-dia que já existiam.

Uma ideia desenvolvida pelos arquitectos Goryainov A., Krymov M de forma a criarem quartos de hotel mini a última tendência.
Fornecem um mínimo de funções e são construídas em MDF laminado resistentes, uma forma económica e rápida de construir.
Além disso, trata-se de um elemento móvel podendo mudar rapidamente a implantação reorganizando a área disponível e aumentado o número de lugares.
Se não reservas-te um hotel...ou estás na eterna espera de um avião ou comboio, podes sempre dormir em paz, basta encontrar uma SLEEPBOX perto de ti!
(isto faz-me lembrar uma música-Living in a Box)

De pequenino...

...se faz o grafitizinho!
in Rua Tomás da Fonseca. Lx

04/04/10

Sprinkling Spring...


in violet...

in red or purple...

in white or yellow...

the true colors around...my walk!

03/04/10

Coelhinha da Páscoa

Look 2010 by Francisco

02/04/10

Private Spring...

...at home!

01/04/10

Viram-me?


Não viram nada... é mentira, como podia ter feito asneira, ou mandar vir com alguém, eu nem fui ao trabalho!